Os Discípulos de Jesus Pregaram Falsas Expectativas?

~tiro-no-próprio-pé-dos-desenhos_11450119_high

É incrível como os defensores das Testemunhas de Jeová tentam em um modo desesperado justificar as falsas expectativas e profecias feitas pela Organização ao longo de sua história. Alguns grupos de TJs anônimos que se acham a última bolacha do pacote, afirmaram que os cristãos podem sim errar e que isso não os caracterizam como “falsos profetas”. Mas quem que eles deveriam ser corretos em tudo? Eu não fui. Afinal, todos nós cometemos erros.

A finalidade desses defensores é dar uma falsa analogia aos pensamentos equivocados dos discípulos de Jesus, eis um deles:

Lucas 24:20, 21:

“e os nossos principais sacerdotes e os nossos líderes o entregaram para ser condenado à morte e o pregaram na estaca. Mas nós esperávamos que esse homem fosse aquele que ia livrar Israel. E além de tudo isso, este já é o terceiro dia desde que essas coisas ocorreram.”

Eles tentam se justificar afirmando que assim como Jesus não havia rejeitado seus discípulos, ele não rejeitariam “seus servos hoje” por causa de tais expectativas. O pior de tudo, é que esses defensores chegam ao cúmulo do absurdo, dando um tiro no próprio pé sem que percebam, pois eles chegaram a afirmar em seus sites que os seguidores de Jesus do primeiro século pregaram para as pessoas tais conceitos errôneos. Ou seja, as expectativas equivocadas dos discípulos fez parte do evangelho. Eu me pergunto: em que parte da Bíblia eles viram isso?

Olhem o texto que eles dizem ser uma “prova” de que os discípulos pregaram essas expectativas falsas:

“Pedro se virou e viu que o discípulo que Jesus amava os seguia, aquele que na refeição havia se encostado no peito dele e dito: “Senhor, quem é que o trai?” 21 Portanto, quando o viu, Pedro disse a Jesus: “Senhor, e o que acontecerá a este homem?” 22 Jesus lhe disse: “Se eu quiser que ele permaneça até eu vir, o que importa isso a você? Continue você a me seguir.” 23 Assim, espalhou-se entre os irmãos que esse discípulo não ia morrer. No entanto, Jesus não lhe disse que ele não ia morrer, mas disse: ‘Se eu quiser que ele permaneça até eu vir, o que importa isso a você?’” (João 21:20-23)

Essa é pra rir! Não é possível que eles acham que tal texto tem base. Em primeiro lugar, onde tá dizendo que eles pregaram isso para as pessoas? Ora, o próprio texto que segundo eles é prova de que os apóstolos pregaram seus conceitos errados, diz apenas que espalhou (um boato) ENTRE OS IRMÃOS. Nada aqui se fala que tal boato de que o discípulo em questão não ia morrer, fez parte do conjunto de doutrinas pela qual os discípulos deveriam pregar para judeus e gentios. Isso é ir além do que está escrito. E o próprio texto já desmente tal conceito equivocado. É muita cara de pau desses apologistas! Usam um argumento tão fraco na tentativa de justificar os erros crassos da Torre de Vigia. E que para eles tal argumento é irrefutável. Coitados!

A verdade é que em nenhum lugar da Bíblia vemos algum discípulo pregando que o Reino iria ser estabelecido em Israel naquela época. Em nenhum lugar, vemos um discípulo pregando para um gentio que o irmão fulano jamais ia morrer. Não existe isso na Bíblia!

E mesmo que algum seguidor de Jesus tivesse pregado para os não-cristãos um equívoco, o que Jesus diria a ele? Lembram do texto de Atos 1:6 e 7? Vamos ler:

(At 1:6, 7) . . .Tendo-se eles então reunido, perguntavam-lhe: “Senhor, é neste tempo que restabeleces o reino a Israel?” Disse-lhes ele: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição. . .

Ainda assim, vamos supor que os discípulos tivessem pregado durante seu ministério algum equívoco, mesmo assim, não haveria justificativa alguma para uma religião que se diz a “única verdadeira” ter pregado falsas expectativas e depois tentando se justificar nesses conceitos errôneos dos apóstolos, isso por que Jesus os alertou logo de imediato! E por que será que não se aplica  princípio de Romanos 15:4?

“Porque todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança”.

Esse texto é muito utilizado pelas próprias Testemunhas ao aplicarem a qualquer exemplo que a Bíblia relata, que tudo há uma razão de estar ali. Por que então o alerta de Jesus em Atos 1:7 não valeria? Não estar ali para nossa instrução, deixando um exemplo que o cristão deveria evitar?

As TJs hipocritamente recorrem a textos que nem justificam seus atos de desobediência ao alerta do Filho de Deus. Portanto, os equívocos dos apóstolos NUNCA fez parte do conjunto de doutrinas dos seguidores de Jesus. Por que foram alertados a evitar tais expectativas! Simples assim!

Então, a justificativa que tais defensores usam para cobrir as falsas profecias, tais como o Armagedom para os anos de 1914, 1925 e 1975, a guerra de Jeová com os governos humanos ainda no século vinte, todas essas falsas profecias ao tentar ser justificadas pelos pensamentos equivocados de alguns seguidores de Jesus não tem base, é falha e medíocre! Esses apologistas querem tentar tapar o sol com a peneira e justificar o injustificável. É uma pena que eles enganam muitas TJs sinceras na internet.

Sejamos justos: se hoje você declarasse que o fim virá no próximo ano, você estaria acatando esse alerta que Jesus deu aos seus seguidores? As TJs deveriam ter acatado, já que sempre tiveram acesso à Bíblia, mas não fizeram, foram imprudentes ao estabelecer datas para o fim do mundo, não uma vez, mas várias vezes!

Alguns talvez digam: “Ah, mas nós fizemos cálculos e acertamos alguns, como 1914, por que vocês só falam dos erros e não dos acertos?”

Meu caro, se você tenta calcular datas com base em profecias, você estaria obedecendo o alerta de Jesus quanto a não saber os tempos e as épocas? Não estaria obedecendo. Essa mania de calcular datas, Russel aprendeu com adventistas, portanto, não é particularidade dele, como as TJs dizem que Jeová o estava guiando. Ah conta outra vá…

E quem disse que 1914 é acerto? É a doutrina mais furada das TJs e já foi derrubada há muito tempo! E mesmo que fosse correta, ainda assim estão desobedecendo o alerta de Jesus quanto a estabelecer datas. De uma forma ou de outra, as Testemunhas de Jeová estão erradas e erraram em nome de Deus, ao espalhar suas falsas expectativas como mensagem divina!

Vou terminar deixando um recado aos apologistas TJs:

Se vocês quiserem defender dignamente sua religião, usem argumentos melhores, por que esses são muito fracos!


Créditos da foto: panthermedia

Expor os erros da Torre de Vigia é uma forma de atacá-los?

mentira

“Jesus Cristo é o melhor exemplo de franqueza no falar. […] Nem a zombaria nem a franca oposição conseguiam fazê-lo calar-se. Em vez disso, ele expunha com coragem os líderes da religião falsa de seus dias. […] Mesmo quando foi preso e julgado, Jesus falou destemidamente.” w06 15/5 pp. 13-16

Não apenas Jesus Cristo, mas muitos servos de Deus no passado têm sido louvados por sua intrépida coragem ao declararem mensagens fortes contra os sistemas religiosos dos seus dias. São muitos os artigos da Organização das Testemunhas de Jeová que mencionam tais exemplos, até mesmo traçando paralelos com as Testemunhas de Jeová hodiernas que, apesar de oposição e zombaria, têm continuado a desempenhar a missão de pregar as chamadas “boas novas do reino”. (w04 1/11 pp. 13-18; w12 15/2 pp. 8-9; w06 1/10 pp. 16-20; bm seção 14 p. 17)

É interessante que apesar de todo este louvor ser apregoado nas publicações, vez após vez, até mesmo mencionando especificamente os episódios bíblicos em que homens de fé no passado expuseram de forma crítica e muitas vezes dura a “Organização de Jeová” dos seus dias, a Organização das Testemunhas de Jeová atualmente tem uma postura totalmente diferente quando é ela o objeto de tal crítica e exposição.

Quando um membro crítica ou expõe aquilo que considera estar errado, tal como a política organizacional com respeito ao abuso de crianças ou com respeito à incoerente doutrina do sangue que afirma uma coisa e na prática faz outra, ele é tratado de forma dura e exemplar. (ws14 15/7 pp. 3-8.)

Tal pessoa é encarada como um perigo espiritual para a congregação e uma influência negativa e perigosa pela Organização, que tem orientações bem disciplinadoras para tais.

Estas pessoas, que no seu zelo pela verdade apontam o dedo de forma corajosa a coisas sérias e graves que se passam no “sistema religioso de seus dias”, são encaradas como apóstatas e merecedores da morte eterna, assim como Jesus foi encarado pelos líderes religiosos dos seus dias e assim como os profetas do passado foram encarados como perigosos pelo sistema político e religioso judaico vigente na altura. (w11 15/11 pp. 24-28)

Vários destes foram perseguidos e mortos exatamente por terem coragem de falarem ao povo aquilo que seus governantes e líderes religiosos não gostavam de ouvir. Sabemos que apesar disso, eles tinham a aprovação divina e gozavam do favor de Deus. (Hebreus 11:35-38)


Por isso levanta-se hoje a pergunta:

Expôr os erros da Torre de Vigia é apostasia ou um dever moral?

Infelizmente, do ponto de vista estritamente humano, é considerado “apostasia” exatamente porque aqueles que se colocam como intermediários entre Deus e os homens, consideram-se como deuses: acima do bem e do mal e livres de acusação daqueles que consideram como inferiores a eles.

Assim como no passado Deus invocou homens simples, do povo, para se levantarem e exporem os erros religiosos de seus dias, é natural que Deus hoje em dia coloque no coração de muitos sinceros o desejo de exporem com coragem os erros, mentiras e hipocrisias religiosos presentes na Organização. (Jeremias 1:4-8.)


Tais homens e mulheres deviam ser escutados e analisadas as suas preocupações, mas ao invés disso é realizado sistematicamente um “assassinato de carácter”, de forma a que tudo o que seja dito por eles perca valor. Afinal são “apóstatas” e pessoas “mentalmente doentes”. (w11 15/7 pp. 15-19)


Ao fazer isso, a Organização segue os passos daqueles que no passado mataram os profetas, o próprio Filho de Deus e o seus discípulos, exatamente para proteger o seu status quo e o poder que lhe tinha sido conferido pelo sistema religioso em que viviam. O mais importante era a sobrevivência deste. A vida dos homens a quem perseguiam e matavam era de pouco valor.

Parte-se do princípio, tendo como base exclusivamente as Escrituras Sagradas que alguém que sabe que algo está errado, tem o dever moral de expôr tal erro. Ficar calado é compactuar com o erro. (Levítico 5:1)

É verdade que nem todas as acusações podem ser justas ou estarem certas. Mas exige-se que elas sejam analisadas e ponderadas e não se faça à partida um juízo de valor da pessoa que apresenta as acusações.


O que acontece entre as Testemunhas de Jeová é bem característico neste caso.

Quando alguém aponta o dedo à Organização, seja porque ela esteve envolvida com a ONU, devido ao encobrimento de abusos sexuais de menores, porque foi hipócrita na forma de lidar com a situação no Malaui e no México, ou devido à questão das profundas incoerências do uso do sangue ao mesmo tempo que apregoa e reforça a idéia que as Testemunhas se abstêm de sangue ou mesmo por claras distorções de ensinos bíblicos tais como negar que Jesus é o Mediador de todos os humanos e não apenas de algum grupo selecto, etc., tal pessoa é perseguida e encarada imediatamente como uma erva daninha a ser arrancada da Organização.

Vez após vez, este tem sido o caso de muitas pessoas, homens e mulheres que tiveram coragem de expôr estes e outros erros e foram tratados de forma cruel e mortos socialmente através do ostracismo. Assim como profetas do passado, tais pessoas foram banidas do convívio dos seus pares e mentiras e distorções foram levantadas contra elas, muitas vezes insinuando que tais pessoas são pecadores impenitentes, fornicadores, homossexuais, etc.


Tudo isto é feito com o único objetivo de desviar as atenções da Organização e dos seus erros, fazendo crer que ela está impoluta e que tudo não passam de calúnias, independentemente das provas que existam contra ela. Acaba-se assim por “matar o mensageiro”, não dando qualquer valor às acusações desde o começo, partindo do pressuposto que só pode ser tudo uma mentira satânica.


Na realidade, a mentira satânica é aquela praticada pela Organização, que mesmo sabendo que muitas acusações são verdadeiras, prefere instilar o ódio e o desprezo para com aqueles que têm a coragem de defender o que sabem ser verdade. Trata-se de uma cópia do comportamento do sistema religioso nos dias de Israel no tempo dos profetas e uma cópia do sistema religioso judaico dos dias de Jesus.


Mas a verdade virá sempre ao de cima, mais cedo ou mais tarde. Não importa o esforço em tentar contê-la ou tentar abafá-la. Homens e mulheres de coragem sempre estarão dispostos a sacrificar os seus interesses pessoais em prol do que consideram justo e verdadeiro, mesmo que isso lhes saia caro a nível pessoal.


É sobre estes que a aprovação divina recairá e não sobre aqueles que a todo o custo tentam esconder a verdade.


É realmente um dever moral expôr a mentira e hipocrisia que existe na Torre de Vigia!

Mais que isso… existe um precedente bíblico para tal!

Texto escrito por Carlos Fernandes do site http://extj.net/

Falsas afirmações das Testemunhas de Jeová

Falsos profetas3

As Testemunhas de Jeová iniciaram suas atividades por volta de 1870, nos Estados Unidos. Charles Taze Russell foi o fundador, e tinha na época 18 anos na época. Ele tinha aprendido de Jonas Wenndell que a vinda de Jesus aconteceria em 1873, e depois a data foi mudada para 1874. Mas a profecia de Jonas Wendell foi falsa.

Vejamos o que diz Deuteronômio 18:20-22:

“No entanto, o profeta que presumir de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar ou que falar em nome de outros deuses, tal profeta terá de morrer. E caso digas no teu coração: “Como saberemos qual a palavra que Jeová não falou?” quando o profeta falar em nome de Jeová e a palavra não suceder nem se cumprir, esta é a palavra que Jeová não falou. O profeta proferiu-a presunçosamente. Não deves ficar amedrontado por causa dele.”

Se Jonas Wendell vivesse no tempo que a lei mosaica estava vigorando teria sido morto por causa de sua falsa profecia em nome de Jeová.

Foi então que Russell conheceu Nelson Barbour, e este conseguiu convencer Russell que Jesus tinha voltado em 1874 de forma invisível. E esta foi a crença de Russell até a sua morte em 1916, aos 64 anos.

Mesmo após sua morte, Charles Taze Russell continuou a ser considerado como o servo escolhido do Senhor para esse tempo do fim. Todos acreditavam que Russell era o sevo prudente, o escravo fiel e discreto de Mateus 24:45-47.

Veja o que diz a revista A Sentinela de 1° de maio de 1922, página 132:

“Não há ninguém hoje na verdade atual que possa honestamente dizer que recebeu conhecimento do plano divino de qualquer outra fonte além do ministério do irmão Russell, direta ou indiretamente.”

A Sentinela de 1º de março de 1923, diz na página 68:

“Cremos que todos os que estão agora se regozijando na verdade atual concordarão que o irmão Russell ocupou fielmente o cargo de servo especial do Senhor e que foi feito governante sobre todos os bens do Senhor.”

Foi somente em 1927 que os líderes das Testemunhas de Jeová mudaram o ensino, e passaram a dizer que o servo prudente é um servo coletivo, e não individual. Foi então nesse ano que Russell perdeu o posto de único escravo fiel e discreto entre as Testemunhas de Jeová. (Proclamadores, página 143)

O Corpo Governante atualmente afirma que, como grupo, ocupam o papel do “escravo fiel e discreto”. O Corpo Governante das Testemunhas de Jeová agora se considera a classe do escravo fiel e discreto de Mateus 24:45 na sua totalidade.

O Escravo Fiel e Discreto não foi designado no Pentecostes de 33 EC, o que significa que não tem havido uma linha contínua de membros da classe do escravo na terra através dos tempos. A classe do escravo só foi nomeado pela primeira vez por Cristo em 1919.

Apesar de fundar a Sociedade Torre de Vigia, Charles Taze Russell não era parte da classe do escravo, porque ele não estava vivo e servindo na sede quando Cristo fez a sua seleção em 1919. O trabalho de Russell e seus companheiros era como a do “mensageiro” em Malaquias 3:1.

Alegando que eles são agora o Escravo Fiel e Discreto em sua totalidade, o Corpo Governante reforça a sua autoridade sobre a organização e sua influência sobre os milhões de Testemunhas de Jeová em todo o mundo. Ninguém pode questionar agora a posição porque, assim como com o Papa da Igreja Católica Romana, eles podem agora reivindicar que a sua autoridade foi-lhes concedida diretamente por Deus através de Jesus.

Estes são os atuais (junho de 2013) membros do Corpo Governante:

  1. Antony Morris;
  2. David H. Splane;
  3. Geoffrey Jackson;
  4. Gerrit Losch;
  5. Guy H. Pierce;
  6. Stephen Lett;
  7. Samuel F. Herd;
  8. Mark Sanderson.
download (1)
Atuais membros do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová. Foto: jw.org

Note o que a revista A Sentinela de 1° de outubro de 1994, diz na página 8:

“Todos os que desejam entender a Bíblia devem reconhecer que a “grandemente diversificada sabedoria de Deus” só pode ser conhecida através do canal de comunicação de Jeová, o escravo fiel e discreto. — João 6:68.”

A revista A Sentinela de 1º de junho de 1968, p. 327 diz:

“A Bíblia não pode ser devidamente entendida sem se ter presente a organização visível de Jeová.”

A revista A Sentinela de 1º de agosto de 1982, diz na página 27:

“Mas, Jeová Deus proveu também sua organização visível, seu “escravo fiel e discreto”, composto dos ungidos com o espírito, para ajudar os cristãos em todas as nações a entender e a aplicar corretamente a Bíblia na sua vida. A menos que estejamos em contato com este canal de comunicação usado por Deus, não avançaremos na estrada da vida, não importa quanto leiamos a Bíblia.”

Vejamos o que Paulo disse em 2 Timóteo 3:16, 17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça,   17  a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.”

Romanos 15:4:

“Porque todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança.”

2 Pedro 1:19-21:

“Por conseguinte, temos a palavra profética tanto mais assegurada; e fazeis bem em prestar atenção a ela como a uma lâmpada que brilha em lugar escuro, até que amanheça o dia e se levante a estrela da alva, em vossos corações. Pois sabeis primeiramente isto, que nenhuma profecia da Escritura procede de qualquer interpretação particular. Porque a profecia nunca foi produzida pela vontade do homem, mas os homens falaram da parte de Deus conforme eram movidos por espírito santo.”

Jesus disse em João 8:31,32:

“Se permanecerdes na minha palavra, sois realmente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

João 17:17:

“Santifica-os por meio da verdade; a tua palavra é a verdade”

O ensino que devemos seguir é o que está escrito na Bíblia Sagrada. Devemos seguir a doutrina dos apóstolos e profetas, e não do Corpo Governante. Vejamos:

Atos 2:42:

“E eles continuavam a devotar-se ao ensino dos apóstolos e a partilhar [uns com os outros], a tomar refeições e a orações.”

Efésios 2:19,20:

“Portanto, certamente não sois mais estranhos e residentes forasteiros, mas sois concidadãos dos santos e sois membros da família de Deus, e fostes edificados sobre o alicerce dos apóstolos e profetas, ao passo que o próprio Cristo Jesus é a pedra angular de alicerce.”

O ensino atual é que a classe do escravo foi nomeada pela primeira vez em 1919. Se esta afirmação fosse verdadeira esse escravo teria que ensinar a verdade da Palavra de Deus. Mas veja, por exemplo, o que estavam ensinando em 1919:

  • Ensinavam que o início dos últimos dias tinha começado em 1799;
  • Que a presença invisível de Jesus tinha começado em 1874;
  • Que o inicio da ressurreição dos santos ungidos tinha começado em 1878;
  • Que o Reino de Deus seria estabelecido na Palestina em 1925, e haveria a ressurreição dos servos fiéis de Deus do passado;
  • Também acreditavam que a Grande Pirâmide de Gizé era uma testemunha de Deus que confirmava períodos bíblicos. Esta crença foi mantida até 1928. (Proclamadores, página 202)


Qual é o ensino atual do Corpo Governante?

  • É que o tempo do fim teve início em 1914, e não em 1799;
  • Que a presença invisível de Jesus teve início em 1914, e não em 1874;
  • Que a ressurreição dos santos ungidos aconteceu em 1918, e não em 1878.

Com todas essas falsa afirmações, você ainda acredita que as Testemunhas de Jeová são orientadas por Deus através de Seu Espírito?

Fonte: http://indicetj.com/laab/falsas_afirmacoes_das_testemunhas_de_jeova.htm